Consejos de alguien que no tiene ni puta idea… pero lo intenta…

Qual o preço da independência? No feriado da Independência do Brasil, em diversas turmas de amigas – dos mais diferentes tipos – a conversa sempre acabou neste tema. Na bandeira que alguma de nós carrega com orgulho, empoderamento e sorriso no rosto. Mas que ainda pode ser tão frágil.

Como afastar aquela nuvem que paira os nossos pensamentos e nos fazem repensar atitudes, vontades e abalam as convicções tão bem construídas dentro da gente?

Como baixar a guarda e fazer porque sim. Porque quis. Porque teve vontade. E manter essa certeza inabalável. Sem duvidar de si mesma, de quem você é.  E deixar o “e se” para o outro, para ninguém, para quem quiser se importar, desde que não seja você. Como não subir correndo uma armadura depois de não receber uma mensagem de volta, um olhar ou nenhuma ligação – ou interesse –  nos dias depois? Ou apenas por que a despedida para Londres não aconteceu como você imaginou?

Por que ainda saímos correndo quando encontramos o outro, casualmente, naquele bar? E voltamos no mesmo passo quando ele chama de volta, se essa era a vontade desde o início? E uma vez lá, por que não nos permitimos apenas aproveitar o momento? Por que insistimos em ignorar os sinais e nos contentamos com uma noite mal dormida, médio entrelaçados e café fraco e sorriso amarelo pela manhã?

Aliás, qual o segredo para ficar até o café da manhã? Por que não dormir tranquila e ver o que acontece no acordar? Ao invés de sair correndo na ponta do pé na primeira oportunidade, torcendo para que o barulho do vizinho tocando bateria não acorde o outro?

Estávamos exatamente onde queríamos estar. Fizemos exatamente o que queríamos fazer. Com as doses de sincericidio que nos define tão bem. E nos fez bem. Daquele jeito único, que só a gente sabe, mesmo que tenha sido só para aprender a lição ou guardar na memória, para lembrar com um sorriso de canto de boca.

A frágil independência vai ficando mais forte quando a gente enxerga a beleza de nossas inseguranças, sem deixa-las nos colocarem em caixas que não cabemos. Sem permitir que nos diminuam porque alguém criou um estereótipo antigo, que não te define.

O preço talvez seja esse. Aprender a rir das fugas, voltas, erros – reversíveis- de paquera, e noites mal dormidas de conchinha. A ir arrancando, no nosso tempo, as nossas armaduras. E descobrir que no mundo da iniciativa tudo tem 50% de chance de dar certo. E se não der está tudo bem. Tudo perfeitamente bem.

Quem sabe, da próxima, até dê para se permitir a acordar junto. Mas só se você, de verdade, quiser isso.

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Sinais…

Sinais. Será mesmo que passamos a mensagem queremos? Será que mostramos aquilo que está tão claro na nossa cabeça? Como o outro vê o que nos parece tão óbvio?

Em uma conversa inesperada e embriagada em uma noite qualquer, percebi que não. Eu estava ali, tomada de coragem e de álcool para abrir meu coração. Arquitetei em segundos uma conversa que planejei durante meses, que quis ter durante anos e tive a certeza, totalmente equivocada, de que era a hora perfeita.

Fora de contexto comecei a falar as frases sem sentido, da história absoluta que criei. Eu já tinha decidido o começo, o meio e o fim e já tinha escolhido todos os porquês. O diálogo estava pronto na minha cabeça. As réplicas e tréplicas. Eu, tão segura de mim. Quando de repente me vi diante daqueles olhos grandes, perto o suficiente para ver as sardas no nariz e a charmosa pontinha do dente quebrada. Me perdi.

Ele não sorria. Nunca tinha visto ele tão bravo e ele nunca falou tanto. Deu um branco, a conversa tantas vezes ensaiada em frente ao espelho desapareceu.  Eu tentava racionalizar e me recompor, mas só conseguia pensar em acabar aquela discussão com um beijo. Não fiz.

É engraçado como determinadas pessoas tem o poder de te tirar do eixo. Você não consegue ser natural, fica insegura, quer tanto dizer a coisa certa que erra todas as palavras. Dormi sozinha, depois de chorar. De fazer aquela cena de novela em que você encosta na parede e vai escorregando enquanto chora, bem dramática, sem ninguém ver.

Acordei no outro dia de ressaca. Física e moral. Aquela não era eu. Fones de ouvido e uma boa caminhada ajudaram acalmar o coração. O que incomodava mais não era o que eu não tinha sido capaz de dizer e sim o que eu ouvi. E uma frase me martelava: “Você passa todos os sinais errados”.

Seria eu então a pessoa insegura, que decide as situações pelos outros. Incapaz de falar e principalmente de mostrar ali na hora, sem dramas, o que sinto, como ele me descreveu? Será que eu passo mesmo os sinais errados?

Foi quando percebi que criei essa imagem de mulher forte, bem-resolvida, segura, desapegada. Independente. Dura, incapaz de se magoar.  Autossuficiente. E nela escondo as minhas inseguranças, meus amores mal resolvidos e até a chateação comum por não ter recebido um telefonema no dia seguinte.

E de repente todas as situações que agi assim foram passando na minha cabeça. Todos os relacionamentos que eu não dei chance de acontecerem. Todas as vezes que eu dei a entender que tanto fazia, a pessoa estar ali ou me ligar depois. Que não me importaria se não tocássemos mais no assunto ou fingíssemos que nada aconteceu. Sendo que nem sempre foi ou é assim. Todas as vezes que fiquei triste e não me permiti mostrar.

Voltei pra casa. Tomei um banho e voltei para a vida. Daquele dia para cá já se passaram alguns meses. E talvez só hoje, consegui de fato encarar que ele, que está na minha vida há tanto tempo e para mim nunca pareceu se importar, me conhece tão bem.

Só hoje parei para escrever. O único jeito que sei de me abrir totalmente. De organizar as minhas ideias e acalmar o coração. Não sei se serei capaz de me desfazer de meus muros, mas tenho tentado construir janelas. Para que os sinais comecem a ficar mais claros.

Ele eu encontrei outro dia. Com as mesmas sardas. Mas dessa vez ele estava com aquele sorriso que há anos me tira o folego. Não tive coragem de agradecer e talvez a conversa que eu sempre imaginei nunca aconteça. Tudo bem. O sinal de que a gente sempre estará lá, de um jeito ou de outro, está bem claro para os dois.

 

 

 

Sem desespero Sem tédio, Com Fim…

A lembrança que eu sempre quis ter. Viver. O desfecho feliz. A memória que sempre vai causar frio na barriga. Que traz o sorriso no canto da boca. Que apaga todas as lágrimas solitárias que molharam o rosto e que você nunca soube. Ou soube. Nunca saberei. Não tem mais importância.

Está na hora de fechar esse mapa. Transformar a paisagem numa foto antiga. Que de vez em quando você olha de novo, para lembrar as dores e alegrias de ter estado ali.  Neste caso, o “final”, o “pra sempre”, o “ficar bem” e o “resolvido” (dentre tantos outros!) são fundamentais para seguir na estrada.

Essa é uma conversa que a gente nunca vai ter. Tudo bem. Está tudo bem. Vivemos essa história juntos e não há nada que eu possa dizer que você já não saiba. Mesmo que finja não saber.

Foi uma longa história de amor. Unilateral. Imaginária. Que foi capaz de atravessar o colegial, o país, o bairro. Que sempre aconteceu para mim. Sempre teve o seu espaço, mesmo no meio de tantos outros amores. Você sempre foi meu ponto fraco. Meu desejo mais antigo.  E acredite, sempre haverá amor por você em mim. Só que diferente.

Meu bem, essa é uma história que nunca vai acontecer e a gente sabe. Sem dramas. Um ou outro rompante a cada par de anos é muito pouco. Nunca nos demos nem a chance de tentar. E, de noite na cama, pensar no quando deixou de ser bom.

De perto, fomos quase nada. O tipo de amor que não pode dar certo na luz da manhã. Nosso amor é bonito. Só não disse ao que veio, atrasado e aflito. E paramos no meio, sem saber os desejos aonde é que iam dar. Mas este projeto não está mais no ar. Você sabe, você não soube me amar e chegou a hora de deixar de querer conquistar qualquer coisa que seja em mim.

Deixou de ser bom. Deixou de ser quando passei a enxergar a sua falta de cuidado, a sua falta de importância. De ver charme nesse jeito leviano que você tem comigo, de não assumir sua parte nas expectativas e falta delas.

Está tudo bem. Mesmo.

O mundo é tão lindo, que mudar de mapa e paisagem enfim não pode ser tão ruim.

Pode deixar, eu apago a luz.

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Sem se olhar nos olhos..

Sem se olhar nos olhos. Assim terminam os amores. Sem se reconhecer. Sem sorrisos cúmplices, sem querer lembrar o passado. Dois desconhecidos,

Dois, agora um. Um em cada mundo. Universos que não se falam e não cruzam.  Um dia protagonistas de um amor gigante, inexplicável, sublime. Hoje,  dois corpos que pelo acaso estiveram presentes no mesmo ambiente. Sem se ver, sem se enxergar, sem se querer perto.

Duas vidas construídas a distancia. Tantos anos sem se saber. Uma tristeza que ainda acha espaço. O maior arrependimento da curta vida.

Não há o sofrimento e sim a conformidade. Passou. Existem momentos, pessoas, chances que deixamos escapar. Caminhos e escolhas sem volta. Confiança quebrada que não tem conserto. O desejo distante de que o outro seja feliz. E que ainda, mesmo que sem querer, lembre-se daquela história. Que tenha sobrado algum carinho, alguma lembrança com ternura.

Muito de vez em quando vem uma saudade. E a pergunta de como teria sido se o último convite tivesse sido aceito. Ou qualquer um dos convites.  Se a escolha e a renúncia tivessem sido outras, onde estaríamos agora?

Uma mágoa tão grande capaz de apagar qualquer memória bonita. Será que é assim? Talvez existam perdões impossíveis de dar ou ouvir. Dois orgulhos feridos de maneira incurável. Talvez apenas um se lembre. E o outro, tenha apagado para sempre.

Para sempre. Parece uma eternidade. Será que é possível amar alguém por determinado tempo até tornar-se indiferente, imune? Acho que sim.  Machucar a ponto de se tornar invisível?

Nem todo final é feliz. Nem sempre é possível voltar atrás. Recomeçar. Ser perdoado. Se abraçar sem desprezo, passar por cima das mágoas. Sentar um dia e conversar. Seria pedir demais rir junto daquele passado.

Existem momentos que foram tão intensos que talvez nunca mais possam ser.  Alguns talvez percam o grande amor da vida. O primeiro,o segundo ou o único grande amor. Outros talvez percam um grande amor, para encontrar o certo. O que te fará feliz de verdade.

E que esse te cuide bem. Te faça feliz como merece. Que te desafie de vez em quando, só para você não ficar seguro demais. Que saiba que não encontrará ninguém como você.  E que construa um início, um meio e um final feliz.

Que seja um amor admirável. Digno de um livro de romance bem escrito, com todas as nuances de uma paixão incontrolável, adolescente.

Vida que segue.

“…Os dois tratavam de se fortalecer na presença dos outros. Doces testemunhas de um amor que não faziam ideia um dia ter existido. Ninguém percebia, tamanha a força dos dois em se mostrar independentes. Ele deixava seu olhar buscar outros cantos, outras pessoas. Mas sentia diferente. Era o seu jeito de não encontrá-la com o olhar. Os dois estavam falantes, soltos. Numa luta para não se mostrar um ao outro. Sem a tentativa de se reconquistar. Uma luta para mostrar sua independência…”

Sem título

Os amores de Titi

Que coisa engraçada é a vida. Um dia você acha que vai morrer de amor. No outro acorda sem saber como pode gostar daquela pessoa um dia. Eu tive uma vida de amores. Pensando bem, de amados. Morri de amor algumas vezes, pelos tipos mais diferentes. Mas em todas, fui intensa. Mesmo que sozinha. Criei expectativas, histórias, amei e fui amada em sonho, realidade e nas minhas conversas na frente do espelho.

Aos 14 anos me apaixonei pelo quase melhor amigo. Eu o achava lindo e ele sabia. Molhava e balançava os cabelos na frente da minha escola. Meu amor platônico há 15 anos, ainda meu quase melhor amigo tão querido. Nos últimos anos tive meus rompantes de amor. Uma coisa meio desmedida. Sem propósito. Somos aquele casal impossível, que não combina em nada. Não duraria nem uma semana. Personalidades, anseios, crenças e objetivos completamente diferentes. Decidimos nos amar pra sempre, nessa amizade divertida e cúmplice que construímos. Com nossos segredos de café.

Tive um namorado por quem fui loucamente apaixonada. Ficava fascinada pelos olhos e pelo sorriso largo. Tão maior que eu, me cobria inteira em um abraço. Um amor tão grande quanto o sofrimento que causou. Teria sido perfeito se tivesse acabado antes, enquanto existia admiração. Mas eu devia saber. Ele falava de casamento, planejava e esperava por isso. Eu nunca pensei no assunto. Não com ele. Causamos mágoas tão profundas,que, no meu caso, deixou marcas e arrependimentos irreversíveis. Acredito que nele também.

Teve o amor perfeito e impossível. Perfeito porque viveu de fantasia, de sonhos que nunca foram realizados. Fomos pura conquista. Eu mostrava o meu pior e ele insistia que poderia me amar mesmo assim. Fomos eternos enquanto durou a mágica. Enquanto os erros e a insegurança se justificavam. Pra ele, todo o amor do mundo. Um cara legal, que parti levianamente o coração. Foi tão perfeito que se tivesse acontecido na vida real, nos odiaríamos na mesma intensidade provavelmente em 24 horas.

E desde então gostei do italiano que parecia ter saído dos filmes. Do cara mais novo que fugiu do casamento do irmão comigo. Vivi um amor e uma cabana na Bahia, jamais duraria, mas foi ótimo pelo tempo que durou. Amei e sofri querendo convencer o cara mais fechado para o mundo a se entregar para mim. Enxuguei as lágrimas, ouvi declarações de um amor bêbado, sai correndo antes do café da manhã.

E hoje quando penso nisso, tenho crises de riso. Onde eu estava com a cabeça e o coração? Por determinado período foram todos os homens da minha vida. Os amores de Titi.  Compartilho com todos as alegrias e as mágoas que me fizeram ser quem sou. Sem arrependimentos. Foram todos necessários para que eu encontrasse o meu maior amor: eu mesma.

Todos me ensinaram a gostar mais de mim. A descobrir o que eu gosto, como eu gosto e o que eu quero. O que me satisfaz, na cama, na vida, em um sábado chuvoso. E principalmente, o que eu não gosto e o que eu não quero. Os meus amores, que não eram amores da vida – ainda bem (digo eu e dirão eles) – me fizeram entender que o que eu gosto mesmo é de estar apaixonada. E de preferência, suspirar de amores por mim, para então poder morrer de amor.

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As palavras do mar…

Eu tenho essa mania de juntar letra de música. Da composição dos outros, fazer cartas. Pra mim, pra você, pra quem couber. Juntar as músicas e frases que dizem o que eu gostaria de dizer. A inspiração da semana é o meu mais novo amor, Banda do Mar…

Mesmo que não venha mais ninguém, ficamos só eu e você. Fazemos a festa, somos do mundo.Sempre fomos bom de conversar. Eu só espero que não venha mais ninguém aí eu tenho você só pra mim. Roubo teu sono, quero teu tudo.  Se mais alguém vier não vou notar.

Pode ser o que você quer ou o que eu tenho pra te dar. Uma vida inteira pra viver o um só segundo pra lembrar

Se você jurar eu posso até te acostumar numa vida mais à toa. É só você querer que tudo pode acontecer no amor de outra pessoa. Vou caminhando pela estrada, eu peço para o coração chegar. Não tenho mais a hora errada, nem sei onde vai dar. Base de um descanso milenar

Eu gosto do gosto da coragem. A melhor viagem é seguir a trilha que eu abri. Eu me achei no colo do meu par e a melhor parte de mim eu acabei de descobrir.

Meu bem, você pra mim é privilégio. Sorte grande de uma vez na vida. Minha chance de ter alegria, não importa quando, como, onde.

E lá vou eu, onda do mar. Doce é viver nos olhos dela. Do tempo eu sei, o tempo é rei e eu naveguei nos olhos dela.

Você gruda nesse corpo, desculpa se eu ficar mudo. Ai de mim que morro de vontade dentro de mim mesma já nem cabe mais. Quero sim, até pela metade. De tudo eu quero um pouco e você sabe.

Que é que tem, já que estamos vivo? A gente pelo menos aproveita mais. Fica aqui, fica só comigo.
Fora desse quarto o mundo tanto faz…

Não olhe o mapa, desfrute a paisagem…

E daí, de repente, você tem uma crise de ansiedade. Não pensa direito, pensa demais. Pés pelas mãos, fala o que devia e o que não devia. Faz principalmente o que não deveria.  Não consegue respirar, logo não racionaliza.

Quanta bobagem. Era apenas medo. E o medo faz essas coisas, faz a gente exagerar, supervalorizar, entrar em crise.  Estragar o momento. Transformar o momento em um contrato de casamento.

Não olhe o mapa. Desfrute a paisagem da sua viagem e as belezas e curvas que ela te oferece. Aproveite o frio na barriga. Até o medo pode ser uma coisa boa.

Não dá pra apagar o que foi dito ou escrito. Se desse, seria mais fácil apenas admitir que eu estava com medo. Eu, controladora compulsiva de seus sentimentos, fui surpreendida. Pega de surpresa, não soube como agir. Pior, reagir. E aí, misturei tudo. Transbordou. Não era para ser assim, aliás, não precisava.

Não era para tanto. Nunca foi. Sempre foi sabor de paixão juvenil. Com frio na barriga, diálogos repetidos mil vezes na cabeça e beijos imaginários. Somos assim e gostamos disso. Não precisávamos de cobranças, declarações descabidas e mágoas exageradas.

Mas sabe como é. Meninas muito seguras e independentes vivem na defensiva. Voltam a ter 15 anos de tempos em tempos. Aquela tal auto sabotagem que você disse e eu fiz bico.

E de novo, se eu tivesse esperado o tempo certo, te diria: Eu quero, mas tenho medo. Me ajuda a deixar rolar? Tenta comigo? Vamos fazer um contrato de amizade eterna não importa o que aconteça? Porque não importa o que você diga, amigos são para sempre. E vou repetir para sempre, sempre.

Se ainda for o tempo certo, eu digo. Eu quero. Quero ser esse espírito livre, quero a risada solta, o mistério da completa sinceridade e a parceria que dura anos. E quero você, como puder vir, da forma que for, com o que puder oferecer.

Depois de transbordar, te espero quieta, sem a ansiedade dos quinze. Com o café passado e os braços abertos. Vem?

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